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A formação da humanidade pelo conhecimento e pelo trabalho 3 de março de 2010

Filed under: Introdução à Sociologia — Ártemis Frida @ 13:27
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A teoria da evolução, proposta por Charles Darwin (1809-1882) não ficou restrita ao estudo das ciências naturais, ela estimulou o conhecimento em diversos campos que procuravam respostas para questões sobre a origem do universo (Astronomia, Geologia) e dos seres humanos (História, Arqueologia, Paleontologia, Antropologia).

A Paleontologia, área que estuda os fósseis, aponta uma série de mudanças ocorridas na espécie humana desde seu aparecimento há cerca de três milhões de anos: Homo Habilis (2 milhões de anos); Homo Erectus (1,8 milhões de anos); Homo Sapiens (300 mil anos) e Homo Sapiens Sapiens (195 mil anos).

As mudanças só foram possíveis por causa da capacidade do gênero humano de pensar e lutar pela superação de suas necessidades. A liberação das mãos, em virtude da posição ereta, possibilitou o uso de ferramentas, bem como a condição de pegar e segurar objetos. É nesse processo que se origina o trabalho, considerado como a atividade que exige do ser humano o uso constante de suas capacidades mentais e físicas na construção dos meios que possibilitem a sobrevivência.

Esse processo levou milhares de anos e atingiu a todos os indivíduos, pois foram conquistas dentro de um processo educativo coletivo, em que juntos aprenderam a sobreviver e os levaram ao desenvolvimento da linguagem.

O trabalho humano transformou a natureza e o próprio homem também se transformou. Ele deixou de ser nômade e passou a viver em lugares fixos, desenvolvendo atividades agrícolas e pastoris, possibilitando a organização social em tribos.

As tribos cresceram e se multiplicaram, o trabalho se dividiu e diversificou, surgiram regras de convivência, crenças, tradições, desejos de dominação de uma tribo sobre ao outra e as lutas travadas levaram à escravização dos grupos derrotados.

Em meio à divisão do trabalho e à escravização, surgiram as primeiras cidades. A vida urbana solicitou novas necessidades como o comércio, a navegação e o artesanato. Nela se instituiu nova forma de viver: as normas se fixaram em leis, as trocas de idéias passaram a ser mais constantes, os costumes se solidificaram e etc. Nasceu assim a Sociedade, compreendida como a vida em grupo que se caracteriza por apresentar relações sociais complexas, onde, segundo Emile Durkheim (1858-1917) – sociólogo francês – o interesse coletivo impõe regras às condutas individuais.

  1. Tornar-se Humano

Existem regularidades da vida em grupo comuns a todas as espécies de animais: convivência, competição, acasalamento, sobrevivência e reprodução com certa regularidade, que se ordena em função das características da espécie e do meio ambiente.  Os animais também desenvolvem estilos próprios e complexos de comportamentos: sistemas de acasalamento, alojamento, migração, defesa e alimentação, necessários à sua sobrevivência e à reprodução da espécie. Mas recebem as informações necessárias de seu comportamento através de sua herança genética, ou seja, agem por instinto – ações e reações que dispensam o aprendizado e se desenvolve de forma espontânea.

O homem é um dentre as várias espécies animais, ele também age por instintos: respirar, engatinhar, alimentar-se, dormir, sentir medo, prazer e frio, relações de amizade e parentesco. Porém, o homem desenvolveu habilidades e comportamentos que dependem de aprendizado, seja por dificuldades do ambiente ou por particularidades da própria espécie.

O que torna os seres humanos diferentes das demais espécies de animais é que grande parte de seu comportamento não se desenvolve naturalmente em sua relação com o mundo, nem é transmitido por genes, mas necessita aprendê-los com os seus semelhantes. E por isso nascer humano não é suficiente para tornar-se humanizado: socializado, dotado de comportamentos, conceitos e hábitos humanos.

Homem primata – Titãs

2. O conhecimento como característica da humanidade


O homem aprende com seus semelhantes uma série de atitudes que jamais poderia desenvolver no isolamento. Pois o aprendizado é um processo de transmissão geracional, onde as gerações mais velhas transmitem às mais novas suas experiências e conhecimentos.

A aprendizagem é possibilitada pela capacidade humana de criar sistemas simbólicos de linguagens que são os códigos visuais, orais e materiais que permitem a comunicação e possuem sentidos compartilhados.

É por meio das linguagens que somos capazes de nos comunicar. Transmitimos a herança de nossa experiência de vida e compartilhamos o sentido dela com os outros indivíduos. Desta forma, o pensamento humano transforma a experiência vivida em um discurso com significado, para poder transmiti-los. É esse processo que permite o uso da imagem, da memória, diferenciar experiências no tempo, separar passado do presente e projetar o futuro.

Universo simbólico: A forma como o homem transmite suas experiências e visões de mundo é pela comunicação, através de uma íntima relação entre linguagem + experiência + realidade. Que darão as bases do imaginário e do conhecimento humano.

Assim, o homem concebe acontecimentos, ações e reações sob a forma de imagem, simboliza, armazena significados, separa, agrupa, classifica o mundo de acordo com certas características.

As formas de comunicação e expressão que a linguagem possibilitou, e através do uso de novas ferramentas advindas com o trabalho (transformação da natureza), os seres humanos aperfeiçoaram seus hábitos alimentares, o que implicou em um maior desenvolvimento do seu modo de agir e de pensar.

O conhecimento do mundo – organizado, comunicado e compartilhado com seus semelhantes e transmitidos à descendência – transformou-se em herança cumulativa para se interpretar a realidade e se agir sobre ela, originando a Cultura.

Cada cultura tem raízes, significados e características próprias e todas apresentam complexidades e são simbólicas, fruto da capacidade criadora do homem e de adaptações de uma vida em comum, em um tempo e espaço determinados. Portanto, a cultura é um processo incessante de recriação, compartilhamento e transmissão da experiência.

A elaboração simbólica da experiência fez com que os homens recriassem a realidade segundo suas necessidades e pontos de vista, traduzindo-a sob a forma de informação ou conhecimento. O potencial criativo simbólico depende do espaço, do tempo e dos grupos que realizamos intercâmbios e com os quais dividimos nossa experiência, gerando uma multiplicidade ilimitada de interpretações: padrões de vida, de crença e pensamentos diversos.

3. As culturas humanas como processos

O conhecimento é um conjunto de informações e sentidos que permite a capacidade de pensar o mundo, de dar significado à realidade e de passá-lo por gerações. As transmissões culturais, o ensinamento do comportamento social dá-se através de um processo educativo formal e informal. Formal quando instituições específicas se responsabilizam pela tarefa, como é o caso da escola e informal quando o aprendizado acontece de forma espontânea, através da convivência com o grupo social.

Os diversos grupos sociais criam tradições e costumes que explicam indiretamente sua visão de mundo a respeito da vida e do universo. São elaboradas festividades, cerimônias e ações práticas regulares que congregam os membros da comunidade e inicia os mais novos na vida do grupo. Estes são conhecidos como rituais que afirmam a presença do indivíduo ao grupo e sua posição nele e ritual de passagem para oficializar a participação de novos indivíduos ao grupo ou a camadas específicas desse mesmo grupo.

Ritual:  ação revivida em grupo com tendência à repetição. É uma forma ideal de ação aceita por todo um grupo para explicar a existência humana e suas convenções.

Todas as culturas são dinâmicas e nesse processo de transmissão geracional desenvolvem mecanismos de conservação do conhecimento acumulado e mecanismos de mudanças ajustados. São as relações entre as culturas humanas e as condições de cada grupo que mostram as diferenças entre elas como resultados das circunstâncias que as cercam e das tradições herdadas do passado. É a História e as necessidades impostas, determinadas pelo meio ambiente, que explicam a especificidade (particularidade) de uma cultura.

As culturas são padrões sociais articulados em que a alteração em qualquer traço, provoca mudança no todo e essas transformações acontecem de maneira imperceptível e dependem das condições, do peso das tradições e das necessidades emergentes.

As culturas não podem ser comparadas umas com as outras levando em conta um único aspecto, pois se corre o risco de limitar o conhecimento e de querer ver uma cultura particular com os olhos da cultura do observador, o que leva ao etnocentrismo – tendência a privilegiar o grupo étnico ou nacional a que se pertence, considerando-o como padrão para julgar as culturas diferentes. O etnocentrismo tende a criar preconceitos contra outros povos e culturas. Um exemplo de etnocentrismo é a atitude dos europeus ao conquistar e colonizar a América.

Cultura:               Conjunto de hábitos, crenças, relações, formas de poder e linguagens em inter-relação histórica. Conjuntos de significados partilhados por um grupo. Conjunto de interpretações da realidade.

Etnia:                    Grupo biológico e culturalmente homogêneo. Para alguns autores a noção de etnia supõe grupos com características físicas próprias. Em todos os casos, porém, a noção de cultura é fundamental para definir uma etnia.

4. A ciência como ramo do conhecimento

O pensamento simbólico é uma das principais características da humanidade. Ao pensar, projetar, ordenar, prever e interpretar o homem constrói uma relação de significado e sentido com o mundo. E são essas habilidades humanas que permitem o desenvolvimento da ciência.

Os modelos de conhecimento mudam com o tempo, dependem de fatores sociais, da tradição e da influência de outros grupos. Vejamos alguns exemplos:

Antiguidade Ocidental – período em que predomina o pensamento mítico e religioso. As principais características de forma de conhecimento são:

  • Não tratar o mundo em suas bases materiais e objetivas;
  • Predominar a reflexão metafísica da natureza;
  • As explicações científicas não são valorizadas.

Mesmo saberes racionais como a geometria egípcia, estavam associados às questões da cultura, isto é, como a vida após a morte, os deuses e o destino humano e o pensamento lógico e científico limitava-se à sua aplicação prática, à necessidade de resolver problemas imediatos.

A Grécia (1450 a. C. aproximadamente) foi que desenvolveu o pensamento abstrato, desligado de crenças religiosas e do pensamento mítico, com objetivos próprios, voltado para o conhecimento. Foram os gregos que desenvolveram uma reflexão objetiva do mundo. Criaram a Filosofia, a geometria abstrata e a astronomia. Romperam com as explicações míticas e religiosas.

É considerado um milagre, pois deram um salto qualitativo no conhecimento ao construírem um saber adquirido por meio da abstração, mas dirigido pela razão. Tal milagre não se deu como uma mudança abrupta, repentina, mas como conseqüência do próprio modo de vida e das instituições. Cresceu nessa sociedade a concepção da ação humana como determinante dos destinos, isto é, cresceu a idéia de individualismo e razão.

O modo de vida e de comportamento muda, pois muda o paradigma de explicações do sistema filosófico mítico e coletivista para o de explicações científicas. A razão perdura até o final do Império Romano (476 d. C.) enquanto atividades comerciais e manufatureiras se mantinham.

Na Europa feudal (séculos X ao XV), predomina a vida agrária e o modo teocrático de explicação, que lhe submete a razão e a filosofia. Na Idade Média a racionalidade é rebaixada a mero instrumento auxiliar da fé. Vigora uma visão instrumentalista da filosofia que só ganha validade quando afirma o poder da Igreja. A fé e a crença voltam como modelos de reflexão e explicação do mundo. O conhecimento ficava restrito aos mosteiros religiosos.

A racionalidade grega, portanto, perdura até o final do Império Romano, com a queda, a Europa entra no período feudal, a Idade Média. A igreja católica firma-se como instituição política e religiosa e concentra o conhecimento para afirmar seu poder.

No Renascimento Cultural (séculos XV e XVI) recomeça o desenvolvimento do espírito especulativo. A partir do século XVII a ciência passa a firmar-se como o principal método de conhecimento. Este se amplia para um número cada vez maior de pessoas através da criação da Imprensa e dos meios de comunicação.

No século XVIII e XIX há um deslocamento da produção de alimentos e de objetos do campo para a cidade ocorrendo mudanças no comportamento e nas relações. São transformações econômicas, políticas e sociais que os pensadores procuravam entender e mostrar caminhos para a resolução de problemas. Tais preocupações firmaram as bases da Sociologia que se consolida no século XIX como resultado da necessidade de compreender as relações coletivas, independentes das convenções e tradições morais e religiosas.

A Sociologia nasce como modelo racional que permite a observação, o controle e a formulação de explicações com credibilidade, tornando possível prever e controlar acontecimentos sociais.

O significado do surgimento da Sociologia é a mudança das explicações baseadas no mito para basearem-se na ciência. Como princípio de conhecimento científico propõe conceitos, hipóteses e formas de averiguação sobre a realidade com credibilidade e eficiência.

Para responder às necessidades de controle e intervenção – uma nova maneira de enfrentar a realidade social e seus problemas – foi que surgiu a Sociologia.

5. A Sociologia: um conhecimento de todos

Do século XV até os nossos dias, o entendimento passou do mito à filosofia e desta à ciência. A Sociologia estabeleceu debate constante entre os pensadores e teorias, exigindo aprofundamento, experimentação, desenvolvimento metodológico e comprovação. Nesse embate, criou conceitos próprios e com ela a realidade passou a ser compreendida como resultado de forças próprias da vida coletiva.

O cidadão comum se apropriou do conhecimento sociológico através de palavras e expressões transmitidas pelos meios de comunicação, discursos políticos e publicidade. As pesquisas de opinião veiculadas, por exemplo, demonstram certo entendimento do público quanto aos métodos utilizados. O público aceita as pesquisas de opinião por perceber que seu comportamento, emoções e sentimentos dependem tanto de suas manifestações individuais quanto de regularidades coletivas, observadas em um grupo com características semelhantes.

Os conhecimentos e técnicas de Sociologia se disseminaram e foram adotados em diferentes campos, demonstrando a confiança nas técnicas de medição sociológicas por outros profissionais e pelo público em geral. Com isso as pessoas reconhecem a submissão da vida social a determinadas regras.

Mesmo desconhecendo os procedimentos metodológicos completos, o público confia e deixa-se guiar pelos resultados das pesquisas, demonstrando confiança na ciência e em seus procedimentos. A investigação da vida social ganha prestígio e abandona análises ingênuas e pessoais, preferindo a segurança da investigação científica.

Assim, todo conhecimento é social, pois é criado por indivíduos em grupo ou em classes, reagindo às condições de seu tempo. A produção do conhecimento está relacionada à maneira como os indivíduos se organizam para suprir suas necessidades, isto é, suas instituições sociais, políticas e econômicas que criam.

Há disputas no interior da sociedade, em que indivíduos ou grupos procuram elaborar um conhecimento que contribui para manter a ordem social, pois interessa a eles a sociedade tal como é, e existem outros que produzem, desejando sua transformação. Existem grupos de poder e grupos subalternos, os primeiros procuram manter o status quo (situação existente), os segundos transformá-lo.

A Sociologia nasce em resposta às necessidades de entender e explicar as transformações advindas com o desenvolvimento e consolidação do capitalismo, ela se desenvolveu, sobretudo, em três centros: França, Alemanha e Estados Unidos da América.

Os instrumentos e técnicas de pesquisa sociológica são reconhecidos como válidos e eficazes e profissionais de diversas áreas utilizam as técnicas sociológicas para poder antecipar tendências, compreender determinadas características da população para com ela interagir, pois permitem conhecer a sociedade para que determinados objetivos sejam alcançados.

O conhecimento sociológico é uma ação consciente e programada que exige pesquisa, planejamento e método.

6. Desafios da Sociologia hoje

O sistema capitalista passa por reestruturação em seus conceitos e mecanismos de funcionamento, sendo necessário desenvolver a capacidade de entender os acontecimentos e planejar as ações para se tomar decisões e reconhecer a posição e o objetivo de cada pessoa dentro desse sistema.

Análises de conceitos consagrados precisam ser retomadas dada a dinâmica das transformações contemporâneas. Valores básicos da sociedade capitalista como é o trabalho, são colocados de lado enquanto lazer e consumo ganham uma nova dimensão e tornam-se necessidades centrais.

O momento pede o repensar dos padrões e das regularidades que ordenam a vida social, dando à Sociologia nova importância frente aos desafios.

7. Área e objeto de estudo

Ciências Humanas: Preocupa-se com episódios exclusivamente sociais, coletivos, subjetivos e interpretativos, enquanto resultado das práticas humanas.

Ciências Sociais: Estudo sistemático do comportamento social do homem.

Sociologia: Estudo das relações sociais e das formas de associação: grupos sociais, divisão da sociedade em camadas, mobilidade social, etc.

Antropologia: Estudo da cultura de agrupamentos humanos e da diversidade social: festividades, religiosidades, costumes, etc.

Ciências Políticas: Estudo da distribuição e organização do poder social, como a formação e o desenvolvimento das diversas formas de governo.

8. Bibliografia

AZEVEDO, Gislane e SERIACOPI, Reinaldo. O nascimento da humanidade. A formação da Grécia antiga. O império Romano. O renascimento comercial e Urbano. In: História. São Paulo: Ática, 2005.

COSTA, Maria Cristina Castilho. Introdução. Conceitos básicos de Sociologia. In: Sociologia: introdução à ciência da sociedade. São Paulo: Moderna, 2005.

MEKSENAS, Paulo. O processo de humanização da natureza. In: Sociologia. São Paulo: Cortez, 1994.

OLIVEIRA, Pérsio Santos de. A sociedade humana. Princípios de Sociologia. Viver em Sociedade. In: Introdução à Sociologia. São Paulo: Ática, 2008.

TOMAZI, Nelson Dacio. O estudo da Sociologia. In: Sociologia para o ensino médio. São Paulo: Atual, 2007.

 

7 Responses to “A formação da humanidade pelo conhecimento e pelo trabalho”

  1. Alany Says:

    Muito bom o texto, bastante útil !!!

  2. Parabéns pela matéria; foi importante para aumentar os meus conhecimentos acerca da temática.

    • Ártemis Frida Says:

      Que bom que lhe foi útil o texto. Sempre que precisar de um socorro em Sociologia ou em outras áreas das ciências sociais pode perguntar por aqui, pois posso te recomendar leituras ou mesmo discutir o tema contigo. Um abraço,
      Janete Araújo

      • carla fontes Says:

        ola,gostaria de saber quais sao as principais ideias,as conclusoes e analise pessoal desse texto sobre o conhecimento como caracteristica da humanidade,torna-se humano e as culturas humanas como processos com base neste texto?OBRIGADA AGUARDO RESPOSTA RAPIDAS.

      • Ártemis Frida Says:

        Oras, pois aí estão as ideias expostas e suas conclusões. Cabe agora a você ler com atenção o texto e tirar suas pŕoprias conclusões.

  3. Allan Warley Says:

    DESENVOLVIMENTO DO SER HUMANO

    O desenvolvimento do ser humano se deu por uma série de
    fatores que foi alterado por algumas capacidades e necessidades no meio em que se vive,possibilitando até mesmo o seu trabalho como a liberação das mãos e a posição
    ereta,entre outros.
    Com o trabalho ele foi criando certas técnicas que lhe permitiam permanecer em um lugar por muito mais tempo,
    e apartir disso foram criando certas tribos sociais,desenvolvendo atividades agrícolas e pastoris.Com isso
    o trabalho se dividiu e se diversificou,gerando assim regras
    de convivência,tradições,crenças e conflitos sociais.Devido a
    isso o homem foi se diferenciando cada vez mais dos outros
    seres vivos,mas mesmo assim ainda continuam com algumas
    semelhanças dos diversos animais.
    Toda essa tese foi baseada na teoria da evolução de Charles
    Darwin.


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